sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Limite.

Já algumas vez te sentis-te no limite? Sem vontade de fazer nada, sem vontade de comer, tomar banho ou até mesmo dormir? Eu já me senti, e continuo a sentir.. Por mais conselhos que me dêem, e por mais que eu os queira seguir, é difícil ver aquela pessoa partir, é difícil teres a certeza que essa pessoa escolheu outra pessoa para a fazer feliz e deixou-te aqui, com todos os sorrisos, todas as palavras ditas e as que ficaram por dizer, todas as brincadeiras, todas as conversas sérias que acabavam sempre com abraços e um "adoro-te ". Nunca fui menina de chorar pelos cantos e de fugir da realidade, sempre enfrentei todos os problemas com atitude, mas este...este pode ser um dos "problemas" amorosos mais difíceis de suportar, «tudo o que é bom acaba rápido», sempre critiquei esse ditado, pois tudo o que me sabia bem eu fazia durar tempo suficiente, mas agora dou toda a razão para ele, embora tenha sido bom, muito bom, não consegui prolongar essa sabedoria e acabou, rápido...

há quem...

Só queria um abraço, eu beijo, um carinho... algo que me fizesse perceber que ainda existia amor entre nós, mas tudo o que era feito representava o desfeito. O amor inexistente entre nós é algo que iremos recordar com o passar do tempo, hoje doí e choro, amanha começo a esquecer e raramente penso, e depois já nada tem sentimento, já não me irei lembrar do que sofri por nós. Há quem troque o que poderia ser uma vida por uma paixão de uma noite, eu troco a paixão de uma noite por uma vida.